Ao abrir este livro aceite, em qualquer página, o desafio e a surpresa.
Aqui poesia e alma são o mesmo. Transparência recortada apenas pelos desenhos das letras humildes e sãs que compõem as palavras. E estas, os poemas. Há por aqui monumentos e fragmentos de basalto e brisa com a marca jubilosa dos Açores, único código de nevoeiro que esconde tudo o que autora tem para revelar.
António Rego
"Procura intensa, a da autora, agora nesta coletânea poética de indesmentível autenticidade, para o sentido da vida e das suas raízes, num mundo em que nem tudo é tão sólido como o basalto."
Jaime Gama, um amigo de infância
"Uma antologia poética que brota do fundo, bem fundo e revela segredos da vida, do amor, da dor, da beleza de tudo o que mal se pode dizer. Porque no dizer de Hölderlin "é um mistério o que vem das puras origens".
Luísa Couto Soares
"Num Tempo dominado pela asfixia, todas as asfixias, Brisas são urgentes. Brisas dá-nos respiração, ar: Amor, Natureza, Espiritualidade. Brisas é a efemeridade de uma Aragem inscrita na perenidade do Basalto vento brando à beira-Mar ou no centro da Terra para gerar a essência da Vida, a construção de humanidade."